Confiabilidade humana - PCS5006

24.10.06

Resumo/Capítulo 13 – Sistemas Complexos, Processo de Controle e Automação

Visão Geral
É mencionado nos tópicos do capítulo exemplos de processos complexos, sendo:
Fabricação de aço;
Produção de energia;
Fisiologia humana (anestesista);
Tráfego aéreo (controladores).
Alguns aspectos são tratados para as necessidades do controle de processo, em; requer a detecção, percepção, atenção no desenvolvimento, diagnóstico, comunicação, memória, formar decisão e escolha da ação.
Destacam-se quatro importantes diferenças para a discussão de tarefas:
Os processos são geralmente mais complexos, com um grande número de
variáveis de interações;
Os sistemas respondem muitas vezes como lento, do que um controle manual e mais
distinto em rotinas abertas e fechadas;
Como uma conseqüência deste controle ser muito vagaroso, esta em uma área que é
enos solicitada pela limitação do motor humano, mas que fazem a realização de decisão,
alocação da atenção, percepção e memória (caps. 2 até 7);
Finalmente, o controle de processo de tarefa é fechado preza na concepção de
automação (discutido no final do capítulo).
O processo de controle não é sinônimo de automação em sistemas complexos, porque está além da capacidade humana de operar, por exemplo, humanos não podem manipular processos industriais, isto é, tocar em combustível radioativo ou o contato com elementos de extrema temperatura. Mas, muitos componentes de controles de processos têem sido automatizados, e a crescente tecnologia da computação torna-a inevitável.
O envolvimento humano em processo de controle é evidentemente importante, assim que a automação é implementada passa a ser de forma apropriada e funcional.

Processo de Controle
A discussão sobre o complexo controle de processo pode ser focada; em operações normais, aspectos de conhecimento e fatores humanos.
Consideram-se alguns problemas:
Falha de diagnósticos (situações críticas);
Condições de perigos;
Operações anormais.
E, para a solução de alguns casos poderá ser resolvido pela aplicação do conhecimento de engenharia (por exemplo, alto risco das usinas nucleares).

Controle versus Diagnóstico
Aborda o controle versus detecção e diagnose, ambos integram aspectos de abranger processo de controle de tarefa, que deve ter procedimentos independentes em termos de habilidades do operador. Porque esta distinção é vista em um número de diferentes caminhos, os dois aspectos do processo do controlador de tarefas são considerados separadamente, com atenção especial de:
Engenharia psicologista;
Engenheiros de fatores humanos.

Processo planejado para Fatores Humanos
Verificam-se alguns procedimentos para melhores definições:
Falta de consistência;
Violações básicas de antropometria;
Violações de compatibilidades.

Estratégias de Desempenho
A responsabilidade primária ao operador durante um anormal controle de processo é monitorar os instrumentos do sistema e periodicamente ajustar o conjunto de controle para manter as quantidades de produção.
Quando a tarefa do controlador de processo é analisada cuidadosamente, há três importantes componentes:
Especificação clara e entendia do objetivo da produção;
Uma exata representação mental do estado do processo (existem as variáveis envolvidas);
Um exato modelo mental de dinamismo ao processo.
Torna-se, importante o aprimoramento do controlador para as operações de estados na mudança dos sinais de controle.

Operações Anormais
Quando discute operação anormal identifica-se: detecção de falha, diagnóstico de falha em controle de processo, o tratamento aplicado no processo de monitorar tarefas. Desta forma, em ambiente simulado que é mais frequentemente empregado dentro dos laboratórios de estado de alerta.

Diagnósticos de Falhas
As falhas ou anormalidades são detectadas e o operador com uma escolha de ações a torna na ordem de três critérios:
Ações que assegura o local ou o sistema de segurança;
Ações que não arrisca o sistema e a eficiência;
Ações de diagnostico que localizará a correta falha.
Existem alguns métodos que podem colaborar no diagnóstico de falhas em estados anormais, por exemplo: estudo de casos, análise de erro e diferenças do experiente e novato.
No entanto, um importante destaque para a solução de problemas de desempenho humano no processo de controle é o desenvolvimento contínuo do mais alto nível da automação da sala de controle. Porque o caso da automação está bem além do ambiente de processo de controle.

Automação
A automação no capítulo refere-se à parte mecânica e elétrica na realização de trabalho. Em muitos casos, envolve a substituição de componentes da automação para tarefas, assim, pessoas são capazes de desempenhar.
É possível a operação humana por computador ou maquinas para ajudar na sobrecarga do operador. As diferentes propostas de automação podem ser assinaladas de quatro categorias gerais:
Funções que pessoas não podem realizar devido às limitações;
Funções que pessoas podem fazer, mas o desempenho é fraco ou o custo é alto para a carga de trabalho;
Desempenho exigido em áreas que as pessoas apresentam limitações;
Motivo econômico.
As funções humanas trocada pela automação, podem ser vistas que antes eram normalmente praticadas e, hoje não há mais o hábito de praticá-las, com alcance de tecnologias.

Vantagens da Automação
Preocupação ao custo (produção);
Aprimoramento da eficiência (temporização);
Facilitar rotinas (ex. piloto automático);
Redução da carga de trabalho (colaboração);

Desvantagens da Automação
Complexidade (exige uma sofisticação);
Não confiável (quantidade de rotinas estabelecidas);
Comunicação (retorno da pessoa monitor do trabalho automatizado).

O conceito de automatização adaptável é uma concepção atrativa, aproxima homem-máquina do projetista de sistema, que auxilia na resistência do homem a máquina no dinâmico e forma cooperativa de trabalho. E, certamente permanece na vanguarda dos projetistas em elaborar demais complexos automatizados. O mais importante é depender do entendimento fundamental e fascinante de teorias de desempenho humano.